Palestra – Daniel Siqueira

Posted on 16. out, 2011 by Dimas in Blog

No dia 15 de Julho nossos alunos participaram de uma palestra com  Daniel Siqueira, bailarino do Teatro Guaíra, que falou sobre sua trajetória profissional no mundo da dança.

Confira as fotos logo abaixo:

Tem ballet de graça no Teatro de Dança

Posted on 14. jun, 2010 by Dimas in Blog

O Ballet Stagium apresenta “Coisas do Brasil” com entrada franca durante o mês de junho.

Coisas do Brasil apresenta a beleza e a história do Brasil nos seus mais significativos momentos, em representação construída pelo movimento singular da dança.

Ballet Stagium - Coisas do Brasil

O espetáculo faz uma revisão crítica à nossa sociedade, relembrando a época do descobrimento e chegando até os tempos atuais. A coreografia de Décio Otero proporciona a interpretação de personagens distintos da nossa história, como nobres da corte, jesuítas, reis, índios e negros, abordando a oposição entre dominado/ dominador, a luta do povo brasileiro contra seu dominador, sua sobrevivência, e apesar de tudo, sua busca em sempre preservar suas manifestações culturais autênticas.

Esta obra proporciona ao público não só a exuberância da sua plasticidade, mas também contribui enriquecendo os conhecimentos, principalmente dos jovens, sobre a história do País de forma leve, lúdica e, sobretudo, com muita arte.

Após cada espetáculo, haverá debate entre profissionais convidados e platéia sobre os mais variados temas relativos à área de atuação do dançarino, entre eles:

• O Brasil, um país dançante!
• A estrutura e o cotidiano de uma companhia de dança: criação, formação, difusão
• O Ensino da Dança nas escolas e nos cursos superiores
• A formação do bailarino, do coreógrafo e do professor:
• Dança na escola: a arte no ensino formal e não-formal
• Mercado de Trabalho e as áreas de atuação do Artista da Dança
• Projetos sociais e Inclusão social através da dança
Direção: Marika Gidali e Décio Otero

Ballet Stagium - Coisas do Brasil

Elenco:Paula Perilo, Marcos Palmeira, Márcia Freire, Eduardo Mascheti, Poty Ara, John Santos, Olívia Maciel, Marcos Veniciu, Camila Lacerda, Edilson Pereira, Catherine Kodama, Rafael Carron

Faixa Etária:LIVRE

Serviço:

TD – Teatro de Dança
Capacidade – 278 lugares
Avenida Ipiranga, 344 – República (subsolo do Edifício Itália)
São Paulo – SP
Estações do Metrô Próximas: República
Ar-condicionado
Acessibilidade para Pessoas com Necessidades Especiais
ENTRADA FRANCA
RESERVA PARA GRUPOS
Informações: (11) 2189 2557 ou (11) 2189 2555 (de quarta a sábado, das 14h às 19h; domingo, das 14h às 17h)
Horário da bilheteria: de quarta a sábado, das 14h às 19h; domingo, das 14h às 17h
Venda Antecipada: www.ingressorapido.com.br

29 de Abril – Dia Internacional da Dança

Posted on 26. abr, 2010 by Dimas in Blog

Não importa o que, apenas DANCE!

Dia Internacional da Dança vem sendo celebrado no dia 29 de abril, promovido pelo Conselho Internacional de Dança (CID), uma organização interna da UNESCO para todos tipos de dança.

A comemoração foi introduzida em 1982 pelo Comitê Internacional da Dança da UNESCO. A data comemora o nascimento de Jean-Georges Noverre(1727-1810), o criador do balé moderno.

Entre os objetivos do Dia da Dança estão o aumento da atenção pela importância da dança entre o público geral, assim como incentivar governos de todo o mundo para fornecerem um local próprio para dança em todos sistemas de educação, do ensino infantil ao superior.

Enquanto a dança tem sido uma parte integral da cultura humana através de sua história, não é prioridade oficial no mundo. Em particular, o prof. Alkis Raftis, então presidente do Conselho Internacional de Dança, disse em seu discurso em 2003 que “em mais da metade dos 200 países no mundo, a dança não aparece em textos legais (para melhor ou para pior!). Não há fundos no orçamento do Estado alocados para o apoio a este tipo de arte. Não há educação da dança, seja privada ou pública”.

O foco do Dia da Dança está na educação infantil. O CID alerta os estabelecimentos que contatem o seu Ministério da Educação com as propostas para celebrar este dia em todas escolas, escrevendo redações sobre dança, desenhando imagens de dança, dançando em ruas, etc. Enfim, manifestando em crianças e consequentemente nos adultos, a vontade e importância da dança arte na vida do ser humano.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_Internacional_da_Dança

Marcelo Gomes, um brasileiro no American Ballet

Posted on 19. abr, 2010 by Dimas in Blog

A partir de maio, bailarino assume os principais papéis das peças do American Ballet

Marcelo Gomes - Um brasileiro no ABT

TONICA CHAGAS, especial O Estado – NOVA YORK – Quando surge no alto das escadas como o príncipe Siegfried em O Lago dos Cisnes e olha o elenco no palco, Marcelo Gomes, bailarino principal do American Ballet Theatre (ABT), vê o retrospecto da própria carreira naquela coreografia. “Fui um camponês, fui um aristocrata, fui Benno. E fui um substituto esperando nos bastidores”, lembra Marcelo, nascido em 26 de setembro de 1979.

Há 13 anos, ele se tornou o primeiro brasileiro contratado por uma companhia de fama internacional e, na temporada de primavera no Metropolitan Opera House, em Nova York, que começa em maio e comemora os 70 anos de criação do ABT, interpreta papéis principais em todas as 11 peças do repertório, além de estrear como Armand Duval, a grande paixão de Marguerite em A Dama das Camélias, que a companhia monta pela primeira vez.

Como uma das melhores instituições de balé do mundo, o ABT tem um dos mais ricos repertórios de clássicos do século 19, além de obras criadas por George Balanchine, Agnes de Mille, Antony Tudor, Twyla Tharp e Mark Morris. Marcelo entrou para o corpo de baile do ABT em 1997 e foi promovido a solista em 2000 quando, aos 20 anos, começou a fazer papéis que os bailarinos não ganham antes dos 25.

Dois anos depois, passou a bailarino principal e, nesses 13 anos atuando ali, dançou mais de 70 coreografias. Já o chamaram de “máquina de dançar” por alternar até três papéis em balés completos ou, durante uma temporada, dançar duas ou três coreografias em todas as apresentações.

“Acho que sou realmente um ‘work horse’ como dizem por aqui”, diverte-se o bailarino. “Trabalho muito, mas isso me dá prazer. Não aguentaria só fazer uma ou duas horas de ensaio todo dia e depois ir para casa. Gosto de me sentir útil.”

Ele passa o dia todo no estúdio do ABT. Chega ali pouco antes das 10 da manhã para fazer academia e às vezes, antes disso, já fez uma hora de natação. Na parte da manhã toma aulas e, do meio-dia às 7 da noite, ensaia. Quando volta para o apartamento que acabou de comprar, na região de Hell’s Kitchen, ainda tem uma caminhada obrigatória para exercitar Lua, sua Dachshund marrom de 7 anos, que também passa o dia no estúdio, zanzando à espera do dono.

Além das turnês com o ABT, ele é convidado especial de balés nos quatro cantos do mundo e encontra tempo para outros trabalhos que considera importantes. Nos últimos três meses, quando tinha folga da rotina no ABT às segundas, ensaiou com a companhia nova-iorquina independente Avi Scher & Dancers, com a qual fez três apresentações no Alvin Ailey Citigroup Theater no começo do mês.

Criada há dois anos, essa companhia tem como objetivo formar plateias jovens para o balé neoclássico e contemporâneo, contando com bailarinos de primeira qualidade dispostos a pôr seu talento em novos trabalhos e pequenos espaços.

“Todo mundo fala da necessidade de novos coreógrafos, mas quase ninguém dá oportunidade para os novos”, diz Marcelo. “Para um coreógrafo ir adiante, precisa ter bons bailarinos, um bom teatro, apoio. Se meu nome pode atrair um público que normalmente não veria um espetáculo como este, melhor.”

Na recente turnê internacional de Kings of the Dance – espetáculo compartilhado com o russo Nikolai Tsiskarideze, do Bolshoi, o ucraniano Dennis Matvienko, do Teatro Mariinsky, de São Petersburgo, o canadense Guillaume Côté, do Balé Nacional do Canadá, e o americano David Hallberg, que também é um dos bailarinos principais do ABT -, Marcelo se destacou no solo de sete minutos Small Steps, criado para ele pelo coreógrafo Adam Hougland. “Poderia ser sobre as pequenas coisas que conquistei na minha vida”, diz ele referindo-se ao título do trabalho que, em inglês, quer dizer pequenos passos.

É uma opinião modesta, tanto pelas longas, torneadas e elogiadas pernas que ele tem como pelo tamanho da sua determinação em ser bailarino, que o levou a viver sozinho fora do Brasil aos 13 anos para estudar sua arte e aperfeiçoar sua técnica. Na temporada de Kings, em Nova York, a performance dele mereceu crítica isolada no jornal The New York Times, que o definiu como “a embalagem completa de dançarino, ator e partner”.

Adjetivos. O terceiro adjetivo não é devido apenas ao porte de 1,80 metro de altura, o que faz uma bailarina sentir-se segura e nas nuvens. Segundo a crítica de dança Gia Kourlas, Marcelo é “o Cary Grant do balé” pela capacidade de pôr de lado todo seu carisma em favor de sua Julieta, Gisele ou Odete. E entre as bailarinas começa a surgir uma pontuação especial: além de quantas vezes dançaram Gisele ou A Bela Adormecida, por exemplo, que são considerados alguns dos balés mais difíceis, elas agora contam quantas vezes dançaram com Marcelo, o melhor dos partners.

Matéria originalmente publicada em no Estadão:

http://www.estadao.com.br/noticias/arteelazer,marcelo-gomes-um-brasileiro-no-american-ballet,539370,0.htm

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100418/not_imp539756,0.php

Aulas de Ballet para Adultos

Posted on 22. mar, 2010 by Dimas in Blog

Ballet não tem idade!

A dança entre adultos virou moda nas academias e reúne iniciantes apaixonadas pelas sapatilhas.

As aulas para a turma madura respeitam os limites de faixa etária do aluno.

A combinação de músicas clássicas e dança é a escolha da vez de adultos que encontraram no ballet a fórmula perfeita para fazer bem ao corpo e ao espírito. São iniciantes que nunca fizeram aula ou praticaram apenas quando crianças.

Não tem como objetivo se profissionalizar. Dançam por puro prazer, sem se preocupar se a idade de usar sapatilhas já passou.

A moda tem se espalhado por vários espaços de dança e conquistou famosas. Apesar de já terem passado dos 30 anos, muitas cantoras, atores e atrizes procuram o ballet como atividade física e indiretamente como uma forma de melhorar suas performances.

A dinâmica da aula é basicamente a mesma das aulas regulares com aquecimento, seguido de exercícios tradicionais na barra e sequências coregráficas no centro da sala. A diferença está na exigência, não se cobra técnica apurada, cada um vai no limite de seu corpo, uma vez que a idade pode variar de 20 até 50 anos em uma mesma turma.Não é para ser sacrifício, mas sim um prazer.

Fazer balé depois dos 30 anos tem muitas vantagens:

  • Melhora postura, flexibilidade e equilíbrio
  • Fortalece a musculatura de pernas e braços
  • Afasta o risco de osteoporose
  • Trabalha concentração e disciplina
  • Reforça a auto-estima
  • Desenvolve a coordenação motora
  • Favorece o alinhamento postural

Mas não é tudo só diversão,  dançar dá trabalho. Entre tantos pirouettes, pliés e tendus, queimam-se calorias enquanto a musculatura de pernas e braços se fortalece, tudo ao som de música clássica. Não há stress que resista…

Apesar de tantos benefícios é preciso procurar uma escola de confiança com professores bem preparados e uma metodologia apropriada, pois a prática do ballet, como qualquer outro exercício, oferece alguns riscos.

O que exercícios feitos sem orientação podem causar

  • Sobrecarga nos tendões do tornozelo
  • Lesões no joelho
  • Joanetes e deformação do pé
  • Lordose

Então fique atento para que uma escolha mal feita não transforme o que deveria ser uma atividade prazerosa e benéfica em prejuízos em longo prazo.

Venha nos visitar e aproveite para fazer uma aula grátis.

Fontes:

Folha On-Line – http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u472270.shtml

Revista Época – http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG67773-6014,00-BALE+PARA+MAIORES.html

Merce Cunningham morre aos 90

Posted on 16. fev, 2010 by admin in Blog

Conhecido por romper a relação entre música e dança, bailarino morreu no domingo, em NY

O coreógrafo americano Merce Cunningham morreu na noite de 27 de Julho de 2009 aos 90 anos, em Nova York, de causas naturais, segundo comunicado divulgado pela Merce Cunninghgam Dance Company.
Um dos grandes nomes da dança do século 20, ele influenciou cineastas, diretores e coreógrafos no mundo todo. Suas realizações não estão ligadas apenas ao estilo ou ao grande volume de trabalhos desenvolvidos (cerca de 200), mas também à criação de métodos de trabalho que produziram novas formas de movimento.
“Merce foi um artista de estilo próprio e o mais gentil dos gênios. Nós perdemos um grande homem e um grande artista, mas celebramos sua vida extraordinária”, afirmou Judith Fishman, que administra a fundação que leva o nome do coreógrafo.
Merce Cunningham nasceu em Centralia, Washington, onde começou a estudar dança. Ele iniciou sua carreira como bailarino e, de 1939 a 1945, atuou como solista na companhia de Martha Graham. Em 1953 fundou sua própria companhia. O coreógrafo manteve uma parceria na vida pessoal e profissional com o compositor John Cage.

Um dos principais destaques de sua carreira foi a ruptura na união entre dança e música. Nas obras de Cunningham, não é o som que determina os passos. Música e dança convivem de forma independente.
Mesmo nos últimos anos, Cunningham continuou a abraçar novas ideias. Em 2006, no espetáculo “eyeSpace”, o público recebia na entrada iPods com diversas opções de trilha sonora e podia escolher a que quisesse ouvir para assistir à apresentação. Em 2003, na estreia de “Split Sides”, as bandas Radiohead e Sigur Rós fizeram performances ao vivo.
O coreógrafo também lançou mão da tecnologia em suas criações. Na década de 60, passou a usar uma câmera para captar movimentos.
Nos anos 80, desenvolveu um software, chamado Life Forms (hoje Dance Forms), que criava movimentos e combinações de passos que foi incorporado ao seu processo criativo a partir de 1991.

Até 1989, Cunningham aparecia em todas as performances de sua companhia. Aos 80, dançou um dueto com Mikhail Baryshnikov no New York State Theater. Aos 90, coreografou “Nearly 90″ (quase 90) no Brooklyn Academy of Music este ano. Disse que continuava a criar a dança em sua mente. Nos últimos anos, ele vivia em uma cadeira de rodas.
“Você precisa amar a dança para aderir a ela. Ela não lhe dá nada de volta, nem manuscritos para guardar, nem telas para exibir nas paredes e talvez pendurar em museus, nem poemas para serem impressos e vendidos, nada além daquele único movimento fugaz quando você se sente vivo”, disse.

No mês passado Cunningham divulgou um plano para a administração de suas coreografias e o futuro de sua companhia após sua morte.
De acordo com ele, a companhia deverá fazer uma turnê de dois anos e, então, se separar. O Merce Cunningham Trust, que faz o papel de administrador, terá o controle de todas as coreografias dele com o propósito de licenciá-las.
“Há realmente uma preocupação sobre como você pode preservar os elementos de uma arte que é realmente efêmera, que é como a água. Ela pode desaparecer. Esse é um caminho para mantê-la viva”, afirmou o coreógrafo na época.