Cláudio Daniel Mancuso Siqueira

Iniciou seus estudos em 1992 e terminou em 1999
Teve aulas de Ballet Clássico com Márcia Pee, Angélica Santos, José Ricardo Tomazelli, Jorcir Ribeiro; aulas de Pas de Deux com José Ricardo Tomazelli, Jorcir Ribeiro e aulas de Jazz com Flávia Galdi, Angélica Santos, Fernando Silva.

As principais coreografias que foram: Yellow Flag, Jump, As Velhinhas, Peter Pan, Branca de Neve e os Sete Anões, Mambo, Amigos para Sempre, Aracnomania, Cola, Amor Além da Vida, Tango, Sampa, Vitrine, A Flor da Pele, Cálice, A Fuga; e diversos baletts clássicos de repertório como: Don Quixote, Coppélia, Balada do Trigo, Paquita, Pas Paysan, Festival de Flores de Genzano, O Corsário.

Recebeu vários prêmios, em diversos festivais entre eles: Festival Clássico de São Paulo Festival de Barra Bonita, Passo de Arte do ABC, Enda Brasil, XIV Festival de Dança de Joinville, Título de 2º Solista Sênior Promodança, Título de 1º Bailarino da Raça e Magia Cia. De Dança, Indicado a Revelação Masculina da Dança no Estado de São Paulo, VII Mostra de Dança de Americana, Festival Promodança Solos à Cinc, Festival de Inverno de Santos, Prêmio de Melhor Intérprete do Festival, IX Enredança de Jundiaí, VII Mostra de Dança de Americana, MPB Dança de São Paulo, Festival de Dança de Rio Claro, V Projeto Dança São Paulo, Criarte Festival de Dança em São Paulo, São Paulo Jazz, Enda Estadual, Encontros Matinais da Dança em São Paulo, IV Projeto Dança São Paulo, VI Festival de Dança de Suzano, II Passo de Arte de Santo André, Festival Brasileiro da Dança em São Paulo, RV Festival de Suzano, Festival Brasileiro da Dança em São Paulo, Prêmio Hommel e Halpe, Master Prata Festival Promodança

Quando saiu do Studio, foi trabalhar na Cisne Negro Cia de Dança, onde conseguiu um contrato de trabalho. Hoje é bailarino do Balé Teatro Guaíra de Curitiba e faz Faculdade de Dança, também atua como convidado para dançar em diversas Escolas de Danças, Academias, Eventos e Festivais de Dança pelo Brasil.
Do tempo que passou no Studio, lembra quando a Márcia e a Angélica iam montar coreografias e se divertiam muito, davam muitas risadas e faziam palhaçadas, principalmente no primeiro trabalho com elas juntas onde ele estava começando no meio de um monte de mulheres e morria de vergonha. Era na coreografia das Velhinhas, uma das mais divertidas que já fez.
Outra coreografia era a da Cola, não tinha como não rir das atrapalhadas da Angélica e ele caia na bagunça junto, no final todos brincavam mas as coisas rendiam e aconteciam e esse clima era o segredo da harmonia e do sucesso que sempre acompanhava nas apresentações o grupo.
Lembra também que eu morria de vergonha de vestir as malhas grudadas no corpo, então nos dias de espetáculo, ficava no banheiro trancado esperando a hora de entrar no palco pra que as pessoas o vissem o menos possível.

Graças a dança adquiriu tudo que possui hoje: grandes amigos, a Família Raça e Magia, perdeu a timidez, ganhou confiança e auto estima, consciência corporal, saúde, melhorou seu relacionamento com as pessoas, trouxe conhecimento das artes no geral e sempre foi uma válvula de escape nos momentos não tão bons, pois dava força para seguir em frente e querer vercer na vida.

“A dança é uma das artes que mais desperta os sentimentos, ela transforma os movimentos em emoção, nos dá alegria e prazer quando estamos em cena no palco e essa troca com o público e os aplausos compensam cada dia de trabalho e suor, cada hora dentro da sala de aula e os intermináveis ensaios e repetições de movimentos.
No palco temos uma magia especial e insubstituível, é o alimento da alma, da emoção e do estar sendo feliz, naquele momento sabemos o porque dançamos e sabemos o quanto vale a pena.
Para quem está no início da carreira tem uma longa caminhada pela frente para descobrir todos os mistérios e prazer da dança e para quem já está à algum tempo nesse caminho, jamais deixe de acreditar nos seus sonhos e realizações, trabalhe muito seu corpo e mente, tenha sempre o pensamento positivo, pois é um trabalho árduo de muita dedicação e as vezes difícil também, assim certamente vocês dançarão por muitos anos e terão o prazer se sentir que estão no caminho certo. Boa sorte a todos, ou melhor, merda.”
(Daniel Siqueira)